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Rio Grande, RS, Brazil
Através destas postagens, o intuito de balizar o desenvolvimento de novas tecnologias relativas ao crescimento da internet e conseqüentemente do e-commerce no Brasil. Irreversível tendência a médio e longo prazo, e assim alertar as pequenas indústrias que é uma via de mão única e que deve ser ponderado o e-commerce atrelado aos seus negócios, independentemente da situação que se encontrem hoje suas vendas: Necessidade de vender mais, está perdendo oportunidades e promoções de compra de seu fornecedor por falta de garantia de venda, acha improvável participar do e-commerce devido limitações técnicas, tem idéia que o e-commerce exige grandes investimentos e conseqüentemente seja proibitivo à dimensão do seu empreendimento, está com o estoque excessivamente alto de produtos, não deseja contratar funcionários para executar vendas diretas, pois isso mais onera que gera lucros. Atendo apenas clientes do RS.

sexta-feira, julho 20, 2012

O castigo das operadoras

É um fato histórico o que aconteceu neste mês de julho (2012), citando o Código de Defesa do Consumidor (CDC). Com a proibição pela Anatel das operadoras de telefonia móvel, atingindo as empresas Oi, Tim e Claro, que detem 70% do mercado.
Após os reincidentes abusos contra os consumidores e a consequente ação movida pela OAB, a Anatel resolveu endurecer (surpreendentemente) e proibiu as vendas de chip de celular e novos serviços das 3 operadoras.
Alguns consumidores já haviam feito registros no Procon e na Anatel, relatando as falhas de sinal, contratos com cláusulas leoninas, cobranças indevidas e adesão involuntária a serviços desnecessários e processaram as operadoras (inclusive eu), jeito eficaz, mas pontual, porque no mês seguinte lá estavam eles de novo nos explorando.
O que a Anatel fez é uma bandeira cravada no pico da montanha, muitos consumidores, palavras, processos, reclamações, audiências e atitudes ficaram para trás, mas a bandeira foi fincada. Um novo patamar para nós, esperança renovada que nossos direitos e necessidades podem vir antes das vontades dos acionistas e lucro das operadoras.
Embora ache que o caminho mais difícil será de agora em diante, quando as operadoras farão, ou dirão que fazem aperfeiçoamentos e melhorias nos sistemas, o tal "diz que me diz". Aí cabe de novo a Anatel fiscalizar pra valer essa turma. Nós consumidores continuar fazendo o papel de cliente insatisfeito, quando mal atendidos, e exigir punições, compensações e correção do serviço.
Os empreendedores estão com o alazão arrastando uma âncora chamada banda larga, culpa dessa falta de planejamento, cobrança e fiscalização sobre as operadoras. Muita gente precisa de um serviço de acesso a internet mais potente, tem idéias e negócios que precisam de qualidade no serviço de comunicação que os impulsione.
Resultado é o atraso e a perda de potenciais negócios para estrangeiros ou deixam de trazer divisas ao páis e mostrar a qualidade de nossos empreendedores e produtos. Veja em link.
Agora que as operadoras estão levando umas belas chibatadas, talvez se sintam compelidas a assumir uma nova postura, e realmente ofertar serviço de qualidade, não apenas teorias e promessas.
Fica a pergunta, quando veremos essa mesma atitude dos órgãos fiscalizadores competentes nas áreas de telefonia fixa, banda larga e aplicação dos impostos??

quinta-feira, março 29, 2012

Satélite binacional para banda larga. Isso vai render...

Presidente Dilma em encontro pelo BRIC (Brasil, Russia, India, China e África do Sul) junto a alguns de seus ministros, busca além de fortalecimento econômico, a projeção estratégica do Brasil.
O ministro Marco Antonio Raupp (Ciência e Tecnologia) anúnciou o lançamento de satélite em parceira com a Índia, com intuito de levar banda larga para todos os municípios  brasileiros.
Está prevista a construção de satélite pela Embraer e Telebrás com auxílio de técnicos indianos. Orçado em R$750 milhões e possibilitará o acesso por banda larga e 3G. Ainda não há previsão de implantação do acordo.
Hoje o que temos sobre alguma evolução da banda larga é isso, mas com certeza vão ocorrer mais mudanças nesse acordo binacional. Visto que estamos a anos remando num mar de promessas e exploração das operadoras.
O governo pode dizer que criou um sistema de distribuição de internet através do PNBL, mas não pode falar vírgula quando o assunto é fiscalizar, pois continuamos sendo roubados além das operadoras desvalorizarem constantemente o Código de Defesa de Consumidor. O velho e bom negócio de vender uma coisa e entregar outra.
Outra coisa, esqueça o assunto se acha que colocando uma antena em casa, você terá internet direto do satélite, isso já existe, é cara e ineficiente, além de ser mais dedicada as empresas. Esse satélite será, pelo que diz o anúncio, um alento aos lugares que não tem banda qualquer de internet.
Voltando no tempo, lembramos que em 22/08/2003 perdemos todo nosso staff técnico no suspeito acidente na Base do Inferno de Alcântara, que atualmente está locado aos EUA (principal opositor do desenvolvimento brasileiro na área espacial) (????). Nós temos (tinhamos) potencial técnico, material e um dos melhores lugares do mundo para executar os lançamentos de foguetes. Quem não lembra do BrasilSat, série de satélites brasileiros em parte, isso em 1985.
Atualmente ainda buscamos parceiros para executar uma coisa que deveríamos ser referência. Daí olhamos em volta e notamos que estamos atrasados em telefonia, internet, transmissão de dados no geral, risco de apagão e assim vai.
Ainda esperamos a prática, a teoria já temos.

quinta-feira, julho 14, 2011

Depois de um semestre, a quantas anda a banda larga brasileira?

"Daquele jeito... daquele jeito..."
 O governo novo (e velho) continua a colocar a sela num toco e dando relho para chegar onde nem eles sabem.
A velocidade de internet pouco evoluiu, as possibilidades de acesso menos ainda, o wifi por lugares públicos quando funcionam tem uma taxa de liberação do serviço aviltante, a exemplo dos competentes aeroportos, o cabeamento por fibra ótica não evoluiu, o uso da rede elétrica não decola, mas a pelo menos a boa notícia é que possuem muitos planos, projetos, idéias no papel.
E como não posso deixar de falar da Anatel... também continuam subservientes as empresas de telefonia e telecomunicações, não fiscalizam, multam mas não cobram, por que se fizessem isso, simplesmente quebrariam várias empresas de telefonia, tamanha é a dívida e processos de consumidores, então segue a barca desse jeito mesmo, "se só tem tu, vai tu mesmo".
Saiu em Julho/2011 a liberação do canal WiMAX para transmissão de dados e consequente uso para internet. Essa modalidade de transmissão foi criada pela Intel, e funciona em formato similar a 3G e 4G em velocidades de até 10Mbps, mas detalhe, as transmissoras de TV já reclamaram que esse sistema interfere na transmissão de sinal para antenas parabólicas, que trabalham na faixa de 3,62Ghz e 3,8Ghz, ou seja, tangenciam a frequência WiMAX que é de 3,4Ghz e 3,6 Ghz. Coisa pouca, mas incomodo grande, demanda uma regulagem fina no liquidificador para fazer uma vitamina de banana ou de abacate.
Fazendo peso na balança da demanda, relatório FIA (Fund. Instituto de Administração) cita que apenas em São Paulo, no universo desses consumidores de produtos pela internet, cerca de 88% pretendem voltar a consumir através da internet de Julho a Setembro, sendo 87% no mesmo período de 2010, corroborada pela e-bit, que a intenção de compras no varejo físico caiu de 75,6% para 72,4% na mesma época.
Então continuamos com o governo atrasando, complicando e burocratizando o direito de ir e vir, mas em ambiente virtual, a todos os brasileiros, sem falar em minar as pretensões de negócios ligados a tecnologia.

quinta-feira, janeiro 27, 2011

O discutível padrão Google de ser (3)

Pois é, o assunto não tem fim, então vamos ao pão quente da semana.
O Google resolveu alterar alguns detalhes do seu algoritmo ranqueador de procura, dessa vez atacando de uma forma ao meu ver, "pavorosa", a pirataria.
O que vai fazer? Vai limitar o recurso autocompletar na procura nos casos em que o usuário citar Torrent, Megaupload e RapidShare (sobrou para os caras).
Dizem que essas palavras estão entre as usada para proliferar conteúdo sem autorização ou pirataria.
O povo do da Rapidshare já meteu a boca no trombone, dizendo que é um ato autoritário do Google, que tenta decidir o que os usuários devem fazer, mesmo sabendo que quem sopra as velas dessa nau internet são seus comandantes munidos de um navegador, ou seja, os consumidores de internet, pessoas e empresas, e não será um ato isolado do Google que mudará isso. Sendo que isso é mais uma agressão contra a Rapidshare e Megaupload do que um ato contra a pirataria.
Alegam também que o próprio Google deveria se policiar, pois eles são uma referência em propalar conteúdo sem autorização. E para isso basta saber usar as palavras certas no campo do buscador.
Sob meu ponto de vista, isso não diminui em nada a capacidade de encontrar conteúdo com reservas pelo Google, é mais uma cartada midiática que funcional. E quem duvida que o Google não estaria de olho nas empresas Megaupload e Rapidshare?
Ainda não se sabe se pretedem extender as ações anti-pirataria a outras formas de procura, ou mesmo alterar substancialmente o algoritmo que continua desconhecido e enigmático.
E nos custa caro, sem muitas explicações do Google...

sexta-feira, dezembro 03, 2010

O discutível padrão Google de ser (2)

Pelo know how acumulado, já deu pra notar algumas coisas estranhas no algoritmo Google, quando o assunto é rankear em sua procura.
Em sua maioria, qualquer assunto que procurar na internet, e principalmente usando o canal Google, irá encontrar na primeira página dos resultados no mínimo duvidosos.
Para uma empresa que luta para colocar seus produtos no horizonte visível do Google é desalentador ver perto do site principal da empresa, após o resultado da procura, um concorrente, mas mais desmotivador ainda é a vizinhança de um produto pirata, uma cópia não autorizada do produto da empresa ou similar, mas incrivelmente bem colocado no ranking, chegando a ser melhor colocado que o produto legal.
Daí cabe discutir o assunto... poxa, pagar adwords, fazer um esforço de marketing pra superar um concorrente desleal, ilegal e contraventor. Se ao menos fosse um concorrente sério, pelo menos aprenderia alguma coisa, com um estudo da sua estratégia marketeira, mas nesse caso a única coisa que noto, é que o Google que colocou o cara lá e daí? Como eu durmo com isso?
Difícil essa vida de marketeiro, não bastasse os avanços na área, ainda temos que competir com algoritmos duvidosos. Não seria bem mais fácil estarmos apenas os legalizados brigando pelo topo? A desculpa é a mesma de sempre, que a internet é zona livre, pra mim ás vezes mais pra outros tipos de zona, mas é a nossa realidade hoje.
No fim das contas, esforço redobrado, poder de alcance diminuído, gasto aumentado... espera aí... gasto aumentado??? Mas quem recebe esse aumento? Deixa eu tentar adivinhar...