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Rio Grande, RS, Brazil
Através destas postagens, o intuito de balizar o desenvolvimento de novas tecnologias relativas ao crescimento da internet e conseqüentemente do e-commerce no Brasil. Irreversível tendência a médio e longo prazo, e assim alertar as pequenas indústrias que é uma via de mão única e que deve ser ponderado o e-commerce atrelado aos seus negócios, independentemente da situação que se encontrem hoje suas vendas: Necessidade de vender mais, está perdendo oportunidades e promoções de compra de seu fornecedor por falta de garantia de venda, acha improvável participar do e-commerce devido limitações técnicas, tem idéia que o e-commerce exige grandes investimentos e conseqüentemente seja proibitivo à dimensão do seu empreendimento, está com o estoque excessivamente alto de produtos, não deseja contratar funcionários para executar vendas diretas, pois isso mais onera que gera lucros. Atendo apenas clientes do RS.

sexta-feira, abril 23, 2010

Banda larga de qualidade ajuda a economia a crescer


Isso mesmo... como já havia citado antes, a melhoria da banda larga está intimamente ligada a economia do país, reflexo de melhores e mais ágeis comunicações e troca de dados.
Baseando-se naqueles exemplos de pequenos armazéns e "bolixos" que se encontram nas margens das estradas e não raras vezes, em entroncamentos destas, indiferente do estado das mesmas. Encontram-se até hoje agrupamento de pessoas, uma pequena igreja, um cemitério, algumas casas, porventura uma tenda na beira da estrada, com um pouco de sorte um posto bancário, posto de saúde ou mesmo uma autarquia municipal. O que leva as pessoas a ocuparem esses lugares? Acredito que fora algumas exceções, ninguém tinha como sonho ou objetivo de vida ir morar lá, mas as contingências as fizeram ir, e é claro, melhor que seja um lugar que possa ser encontrado facilmente através de referências rodoviárias, ferroviárias e hidroviárias.
Não poderíamos usufruir de uma bela Ferrari em estradas de chão, ruas calçadas ou mesmo em asfaltos ondulados, teríamos uma belo prejuízo no primeiro quebra-molas. Esse é o mesmo caso de nossa atual banda larga, não temos acesso rápido a informação, impossibilitando nossa instrução plena como a divulgação plena de ideias e recursos novos. Acredito que um bom 486 iria parecer uma Ferrari devido à qualidade da banda larga vigente.
Demonstro que quando existem condições, as pessoas, negócios e consumidores se adaptam a elas, e é sempre mais fácil quando existe estrutura e boas perspectivas. No Brasil temos micros poderosos, memória RAM sobrando, HD´s gigantes, telas touchscreen e widescreen, webcam´s com milhares de pixels, mas nossa conexão com o mundo ganha em qualidade de sinais de fumaça e de telégrafos por alguns detalhes. Esse é o momento que vivemos no Brasil, quando há uma possibilidade de termos uma banda larga a altura do tamanho e potencial deste país e de nossos recursos.
Quantos projetos, sonhos, tecnologias, demandas, gênios e desenvolvimento nos esperam se tivermos uma banda larga adequada. As possibilidades fogem da minha capacidade criativa, e de muitos dos leitores tenho certeza que também. Todos conheceram de alguma maneira o empreendimento Vale do Silício na década de 50, e sua industrialização no início dos anos 90, pois ele está presente em muitas das nossas casas atualmente, seja através de computadores, relógios digitais, celulares, programas e etc..
Se houver uma realização plena dos investimentos prometidos pelo governo, estaremos "startando" na direção de poder produzir e empregar milhões de pessoas, desde que adequadamente capacitadas. Cita-se como prognóstico para os próximos anos, que vamos precisar de 140 mil especialistas na área de TI, o que gera uma tremenda expectativa nessa área. Problema que a previsão para ampliação da banda larga era para 2010, e já se fala em 2011.
Resultado que todos perdem, a atual geração perde, a juventude perde pela falta de incentivo inerente a uma infraestrutura adequada, resultado, o Brasil perde.

sexta-feira, abril 16, 2010

Teles não querem largar o osso (3)

Na última semana a Oi apresentou seu plano de participação ao PNBL.
Está ocorrendo um temor das teles pela possível criação pelo governo de uma estatal de banda larga, que seria um impacto nos fundamentos das empresas de telecomunicações, pois muito da preservação das suas empresas passa pela banda que ofertam hoje.
O maior temor é que a estatal pudesse ter algumas regalias do governo a tornando muito competitiva em relação as concorrentes, a nível de preços do serviço para as residências e empresas.
Embora as teles não participem oficialmente da discussão do PNBL, coisa que só acontecerá após a divulgação da proposta do governo e aprovação das diretrizes básicas. As atuais fornecedoras do serviço, contestam a propaganda do governo que ameaça monopolizar o mercado através do backbone (rede onde pulsa os dados de internet) com seus 31 mil km de fibras da Eletronet mais as das estatais Petrobrás e elétrica. Pois essa rede é menor que o da Telefônica e seis vezes menor que o da Oi.
As teles têm a plena certeza que o PNBL só é possível passando por elas, pois possuem uma grande capilarização em quase todo o território. Reclamam que o próprio governo emite sinais contraditórios e ameaça de implantar o sistema sem as teles, coisa impraticável, pois teria que criar uma capilarização maior que a disponível hoje na rede de telefonia.
Técnicos do governo demonstraram que usando o backbone estatal, não serão abrangidos perto de mil municípios no território nacional, estando fora do alcance.
A Oi apresentou uma proposta para colaborar (ao seu modo) ao PNBL, num valor próximo do governo - R$35,00 - desde que o acesso aos recursos de fundos setoriais e desonerações fiscais.
Isso indica não só a intenção da Oi de participar do processo, mas também neutralizar os planos do governo de criar uma estatal de banda larga, seja Telebrás ou qualquer outra.
A proposta do governo já fez as empresas modificarem seus preços a outros patamares no fornecimento do serviço, mesmo com desoneração e recursos de fundos.
Algumas teles já cobram R$49,90 por 1Mbps, embora a Oi cobre R$109,00, que somado ao valor da assinatura básica da telefonia fixa chega a R$150,00. Mesmo sem os impostos que incidem sobre o serviço (43% pelas contas da Telebrasil), e sem esse tributo iria a R$85,00, ainda um valor muito distante da proposta de R$35,00 do governo.
Rogério Santanna, do grupo técnico do PNBL, cita que as teles só se movimentam quando pressionadas, ou quando a Esplanada se mexe, fora disso continuam na zona de conforto.
Um dos grandes problemas da implantação do PNBL passa pela falta de competitividade na maior parte dos municípios do Brasil. A teles estão muito a vontade e capazes de colocar sua vontade acima da necessidade de crescimento e desenvolvimento das capacidades brasileiras, uma afronta ao governo e as instituições democráticas.
Por exemplo, a Net e GVT travam uma batalha competitiva, e nas cidades onde estão instaladas os preços são melhores aos consumidores, o serviço é menos suscetível a falhas e tende a eficiência, pois os deslizes são pagos com a perda de clientes.
A fraqueza da Anatel em lidar com as grandes empresas se reflete na audácia das teles e o entrincheiramento na zona de conforto.
Na europa, o fortalecimento dos órgãos reguladores e a imposição de regras rigidas, fez com que as empresas se adequassem e entrassem nos eixos. No Brasil o sucesso do PNBL passa pelo upgrade da Anatel, que fiscalizará o pós plano, metas, regras e penalizações.
Se pergunta porque os acionistas das teles não demonstram definição nas estratégias e defesa dos interesses da sociedade brasileira, num serviço que deve ser tratado como básico e direito do cidadão.

terça-feira, abril 13, 2010

Farmácias e Drogarias no e-commerce

Embora existam 'n' limitações para que os setores farmacêuticos possam aderir ao comércio eletrônico, também tem a possibilidade de explorar as gamas de produtos não proibidos de serem vendidos sem receita ou indicação médica, à exemplo de cosméticos, perfumaria, produtos homeopáticos, suplementos alimentares e outros.
Segundo o Julio M. Neto (vice-superintendente) da rede de Farmácias Panvel, o e-commerce é possível e já é praticado na rede.
Cita as facilidades e amplidão do e-commerce, como a possibilidade de descrever em pormenores os produtos, colocar fotos e funcionalidades, nem sempre realçadas pelos balconistas nas lojas físicas.
A rede pretende vender perfumes de valor agregado mais alto ou mesmo cosméticos Classe A, dentro da linha de produtos que identifica a marca.
Segundo Julio, a loja virtual se torna viável pela situação atual da economia, onde há um crescimento de renda e consumo generalizado, que permite maior acesso e circulação desses produtos.
Cita como um dos componentes dessa demanda, o crescimento do número de acessos a internet e a banda larga, bem como melhor preço dos computadores. 
Fonte: Jornal Zero Hora, 11/04/2010.

domingo, abril 11, 2010

Teles não querem largar o osso (2)



O Brasil encontra-se em 38º lugar entre 42 países, no acesso da população a serviços de conexão de alta velocidade à internet. E governo e operadoras continuam sem pontos em comum, conforme demonstrado na audiência pública sobre o PNBL, que se realizou na Comissão de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática, no dia 30/03/2010.
No final das contas o governo terá que ocupar os espaços que não interessam as operadoras por falta de atratividade. Existem apenas 184 municípios brasileiros com concorrência nos serviços de banda larga. E o governo terá que agir para mudar esse cenário, pois se encontram no limbo cerca de 43 milhões de brasileiros.
O governo tem internamente uma luta a se travar, que será a desoneração ou redução dos impostos sobre os serviços e equipamentos relativos ao PNBL, visto que existe poucos equipamentos nacionais, embora exista ampla capacidade intelectual e recursos para exploração e desenvolvimento de tecnologias.
Segundo Luiz Henrique da Silva, da TelComp. Os planos de banda larga são tímidos e já encontram-se desatualizados. Citando no dia 08/04/2010 perante a Comissão, números de países como a Suécia, Japão e França que a velocidade de banda é estimada em torno de 1Gbps para o ano de 2010. Também citou que quanto menor a banda paga pelo usuário, mais cara esta é, em contrapartida os grandes consumidores de banda pagam preços relativamente irrisórios. Colocando como uma meta relativamente modesta mas necessária, de 20 a 50Mbps em áreas rurais, que demandam acompanhamento de preços de commodities para executarem negociações mais interessantes. Luiz Henrique também cita como primordial, o estabelecimento de metas, visto que o que se tem feito até o momento não estabelece datas nem volumes razoáveis, ficando um achismo e passível de relaxamento no cumprimento do PNBL, além de formação de medidas eficazes nos intuito de regular o mercado formado de empresas pouco interessadas no crescimento da capacidade e aumento da abrangência da banda larga, mas mais focadas no lucro, planos e preços abusivos.
A falta de urgência irá se refletir no tempo, pois estarão sendo limitadas a plena capacidade, criatividade e crescimento das ramificações que a internet propicia, nos deixando no 3º mundo na internet.
Fonte: www.camara.gov.br, 08/04/2010.

quinta-feira, abril 01, 2010

Quase 1/3 da população brasileira na internet

Segundo o Ibope, 67,5 milhões de brasileiros acessaram a internet no 4º trimestre de 2009, sendo que deste número, 47 milhões acessam de casa ou do trabalho.
Essa contagem contabilizou residências, trabalho, escolas, lan-houses, bibliotecas e telecentros, considerando brasileiros com mais de 16 anos de idade ou mais.
Representou um aumento de 1,7% em relação ao 3º trimestre de 2009 e 8,2% em relação ao 1º trimestre de 2009.
Continuam no topo dos sites mais acessados, os sites buscadores, portais e comunidades, sendo que 34,7 milhões de usuários se fizeram presentes nestes meios.
Fonte: Ibope, 31/03/2010.