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Através destas postagens, o intuito de balizar o desenvolvimento de novas tecnologias relativas ao crescimento da internet e conseqüentemente do e-commerce no Brasil. Irreversível tendência a médio e longo prazo, e assim alertar as pequenas indústrias que é uma via de mão única e que deve ser ponderado o e-commerce atrelado aos seus negócios, independentemente da situação que se encontrem hoje suas vendas: Necessidade de vender mais, está perdendo oportunidades e promoções de compra de seu fornecedor por falta de garantia de venda, acha improvável participar do e-commerce devido limitações técnicas, tem idéia que o e-commerce exige grandes investimentos e conseqüentemente seja proibitivo à dimensão do seu empreendimento, está com o estoque excessivamente alto de produtos, não deseja contratar funcionários para executar vendas diretas, pois isso mais onera que gera lucros. Atendo apenas clientes do RS.

domingo, fevereiro 14, 2010

Vestuário - A hora e a vez no e-commerce

As grandes lojas varejistas e produtoras de marca própria, começaram a coordenar a padronização das medidas de roupas no Brasil, e em breve estarão a todo o vapor na internet, vendendo suas confecções em todo o território brasileiro.
As lojas Marisa, C&A, Renner, Cantão, Redley, Osklen e Checklist estão apostando em suas lojas virtuais.
Atualmente o cenário disponível para venda de vestuário pela internet ainda parece algo de outro mundo para os brasileiros, visto que sofremos com constantes discrepâncias nos tamanhos das roupas baseando-se apenas na etiqueta. Quando um M vira um G, ou pior, um GG é um M. Além do risco da roupa encolher na primeira lavada, coisa que não é evitado nem quando se vai a loja pessoalmente para provar a peça.
As grandes lojas veem um futuro promissor na web, com grande possibilidade de crescimento no nicho, além da conquista de novos e fiéis clientes a marca.
O segmento de moda e acessórios registrou um crescimento de 108% na variação de pedidos na comparação de outubro de 2009 com o mesmo período do ano anterior. O faturamento do varejo de moda no e-commerce obteve alta de 115% apontado pelo e-bit. Demonstrando que esse mercado só tem a crescer, ainda mais se comparado ao modelo americano.
Nos EUA já é um costume arraigado a compra de vestuário pela internet, e além disso foi uma mola propulsora a adesão de novos usuários da rede. Aqui, um dos principais desafios é convencer o cliente a não precisar apenas do ponto de venda, onde ele tem contato com o produto.
A padronização
É outro grande obstáculo para a indústria de moda brasileira, perdendo competitividade, oportunidades no mercado internacional e clientes. Quem não lembra dos catálogos impressos que chegavam pelas nossas caixas de correspondência e traziam produtos bonitos na foto, mas um mistério a desvendar cada vez que vinha o produto encomendado. Nessa ocasiões até me atrevi comprar um tênis, para logo após confirmar a falta de padronização através de um calo no pé.
É pensando nisso que a ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas) está definindo a novas normas de medidas juntamente a Abravest (Associação Brasileira de Vestuário), a iniciar pelas meias. Serão analisados vestuários masculino e feminino, além disso, desde julho de 2009 está sob consulta pública o projeto para normatizar as peças infantis.
É a hora certa para buscar a padronização que será imposta, pois depois todos estarão aptos a venderem das maneiras que mais lhe convierem, inclusive pela web.
Fonte: Mundo do Marketing

Um comentário:

  1. Sem dúvida, será um grande avanço se conseguirmos vencer esse obstáculo da padronização. E nós, E-commercers, temos que exigir essa norma com urgência!

    Tenho uma loja virtual de roupa feminina, moda praia, casual e fitness, e esse post se encaixa perfeitamente com o que estou vivenciando hj.

    Adorei!

    Abraços,
    Lorena M.
    www.loriangel.com.br

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