Banda larga pública deve atingir 29 milhões de domicílios no país
Além de levar a internet gratuita e em alta velocidade a ponto públicos - escolas, hospitais, delegacias de polícia - o Ministério das Comunicações quer que o Plano Nacional de Banda Larga, em estudo no governo, garanta a oferta dos serviços a 29 milhões de domicílios em todo os país, até 2014. De acordo com a meta inicial do ministério, apresentada às empresas de telefonia fixa e celular, o teto para o valor dos serviços seria de R$30,00, e a velocidade de conexão, entre 256 Kbps e 1 Mbps.
As operadoras, entre elas Oi, Telefônica, Vivo, TIM e Claro, estão trabalhando para levantar o custo deste programa e
de que forma poderiam participar da parceria, sugerida no dia 8 de outubro pelo ministro das Comunicações, Hélio Costa. Técnicos das empresa e do ministério estão elaborando em conjunto sugestões de fontes de financiamento e os possíveis cenários de implantação do projeto.
Segundo as empresas, a idéia é concluir a proposta até o fim do mês, para que o ministério possa apresentar sua sugestão para o programa ao presidente Lula no início de novembro.
A meta de 29 milhões de domicílios atingiria principalmente as classes C e D. As empresas já sabem que boa parte desses domicílios está na área rural, o que exigiria a expansão tanto de redes fixas como as redes sem fio, incluindo as das operadoras de telefonia celular.
Na avaliação de um técnico do ministério, não adiantaria nada criar apenas infraestrutura, se não forem criadas condições para que a população tenha acesso à banda larga. O programa, portanto, teria de conter medidads pra evitar o que ocorreu com os serviços de telefonia fixa, que foram universalizados geograficamente, chegando a todos os municípios, mas não atingiram as camadas mais baixas da população por causa das altas tarifas. Outro critério que vem sendo considerado é a velocidade de conexão, já que o volume de uso da internet pelo brasileiro está aumentando consideravelmente.
Além da proposta do Ministério e das empresas, está em análise no governo a proposta do secretário de Logística e Tecnologia da Informação do Ministério do Planejamento, Rogério Santana, que prevê levar banda larga a 135 mil pontos públicos, em 4.245 municípios, usando 31 mil quilômetros de redes estatais, como as fibras óticas da Petrobras, Eletronorte e Eletronet. A idéia de Santana é completar essas redes das pequenas empresas de telecomunicações e provedores de internet.
E a Telebrás seria revitalizada para ser a gestora desta infraestrutura estatal.
Fonte: ZH - Caderno Produtos e Serviços, 25/10/2009
Nota-se nessa notícia, que a internet será novidade em muitos e novos lugares. Acrescendo ao e-commerce um volume considerável de novos consumidores. Esvaziando gradativamente os comércios tradicionais, com lojas físicas.
Cabe aos varejistas assumirem posturas de proteção e crescimento imediatamente. Procurando uma forma de baixo custo e eficaz de vendas, usando esse mecanismo de comércio que se agiganta todos os dias, fazendo uso da internet e serviços como os que aqui oferecidos.
Entre em contato.
Além de levar a internet gratuita e em alta velocidade a ponto públicos - escolas, hospitais, delegacias de polícia - o Ministério das Comunicações quer que o Plano Nacional de Banda Larga, em estudo no governo, garanta a oferta dos serviços a 29 milhões de domicílios em todo os país, até 2014. De acordo com a meta inicial do ministério, apresentada às empresas de telefonia fixa e celular, o teto para o valor dos serviços seria de R$30,00, e a velocidade de conexão, entre 256 Kbps e 1 Mbps.
As operadoras, entre elas Oi, Telefônica, Vivo, TIM e Claro, estão trabalhando para levantar o custo deste programa e
de que forma poderiam participar da parceria, sugerida no dia 8 de outubro pelo ministro das Comunicações, Hélio Costa. Técnicos das empresa e do ministério estão elaborando em conjunto sugestões de fontes de financiamento e os possíveis cenários de implantação do projeto.Segundo as empresas, a idéia é concluir a proposta até o fim do mês, para que o ministério possa apresentar sua sugestão para o programa ao presidente Lula no início de novembro.
A meta de 29 milhões de domicílios atingiria principalmente as classes C e D. As empresas já sabem que boa parte desses domicílios está na área rural, o que exigiria a expansão tanto de redes fixas como as redes sem fio, incluindo as das operadoras de telefonia celular.
Na avaliação de um técnico do ministério, não adiantaria nada criar apenas infraestrutura, se não forem criadas condições para que a população tenha acesso à banda larga. O programa, portanto, teria de conter medidads pra evitar o que ocorreu com os serviços de telefonia fixa, que foram universalizados geograficamente, chegando a todos os municípios, mas não atingiram as camadas mais baixas da população por causa das altas tarifas. Outro critério que vem sendo considerado é a velocidade de conexão, já que o volume de uso da internet pelo brasileiro está aumentando consideravelmente.
Além da proposta do Ministério e das empresas, está em análise no governo a proposta do secretário de Logística e Tecnologia da Informação do Ministério do Planejamento, Rogério Santana, que prevê levar banda larga a 135 mil pontos públicos, em 4.245 municípios, usando 31 mil quilômetros de redes estatais, como as fibras óticas da Petrobras, Eletronorte e Eletronet. A idéia de Santana é completar essas redes das pequenas empresas de telecomunicações e provedores de internet.
E a Telebrás seria revitalizada para ser a gestora desta infraestrutura estatal.
Fonte: ZH - Caderno Produtos e Serviços, 25/10/2009
Nota-se nessa notícia, que a internet será novidade em muitos e novos lugares. Acrescendo ao e-commerce um volume considerável de novos consumidores. Esvaziando gradativamente os comércios tradicionais, com lojas físicas.
Cabe aos varejistas assumirem posturas de proteção e crescimento imediatamente. Procurando uma forma de baixo custo e eficaz de vendas, usando esse mecanismo de comércio que se agiganta todos os dias, fazendo uso da internet e serviços como os que aqui oferecidos.
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