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Através destas postagens, o intuito de balizar o desenvolvimento de novas tecnologias relativas ao crescimento da internet e conseqüentemente do e-commerce no Brasil. Irreversível tendência a médio e longo prazo, e assim alertar as pequenas indústrias que é uma via de mão única e que deve ser ponderado o e-commerce atrelado aos seus negócios, independentemente da situação que se encontrem hoje suas vendas: Necessidade de vender mais, está perdendo oportunidades e promoções de compra de seu fornecedor por falta de garantia de venda, acha improvável participar do e-commerce devido limitações técnicas, tem idéia que o e-commerce exige grandes investimentos e conseqüentemente seja proibitivo à dimensão do seu empreendimento, está com o estoque excessivamente alto de produtos, não deseja contratar funcionários para executar vendas diretas, pois isso mais onera que gera lucros. Atendo apenas clientes do RS.

quarta-feira, março 31, 2010

Teles não querem largar o osso

Rogério Santanna, Secretário de Logística e Tecnologia da Informação do Ministério do Planejamento afirmou que as operadoras de telefonia privadas e que atuam no Brasil estão mostrando dificuldades em formarem parcerias no PNBL juntamente ao governo, pelo simples motivo de não desejarem a ampliação da banda larga no país e assim dividir os lucros, sofrerem novas regulamentações e concorrência de preços.
A banda larga traz um novo paradigma ao setor, que é acabar com a cobrança pela distância e por tempo. " A internet traz a mudança de paradigma, e altera o mercado de voz, principal responsável pela receita das operadoras brasileiras", assinalou Santanna. O secretário diz que as operadoras faturaram em 2008 R$ 177 bilhões, sendo que R$ 100 bilhões e apenas R$ 34 bilhões com os serviços de dados. "Esses números demonstram o desinteresse das operadoras em migrar para a rede de alta velocidade", completou.
Segundo Santanna, o governo continuará e desenvolverá política para acelerar a concorrência.
Fonte: Teles.Síntese, 30/02/2010.


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