Vendedores e prepostos sofrem com a o egoísmo e individualismo dos atacadistas quando o assunto é logística verde.
Fato comum à maioria dos prepostos é o descaso dos seus contratantes em relação a devolução de produtos com problemas de qualidade, longevidade e integridade vendidos aos varejistas.
Quem já teve a oportunidade de entrar em um depósito de supermercado ou armazém que trabalha com produtos alimentícios principalmente, terá um sobressalto quando atentar para a quantidade de produtos a serem devolvidos aos atacadistas.
Esses produtos para devolução são consequência de três fatores principalmente:
Fazem parte da logística reversa, inversa ou verde, a política de tratamento do assunto, no que tange o transporte, custos, ressarcimentos, abatimento sobre as comissões dos vendedores, estocagem, manutenção, descarte adequado, substituição dos produtos, renegociação e apoio ao varejista dentre outros fatores.
Esses produtos inutilizados geram custos em todos os níveis da cadeia, e devem ser tratados de forma competente e adequada, sob risco de causar um constrangimento e na pior da hipóteses a perda de um cliente.
Produtos estocados e manuseados adequadamente, com validade e qualidade adequadas são menos passíveis de reclamações e devoluções. E quando acontecem podem facilmente sofrer acordos na divisão de custos.
Usualmente os atacadistas tratam o assunto com menor importância, e abaixo de uma importância saudável para a manutenção do relacionamento com seu cliente, acarretando situações desagradáveis, penalizando a reputação do vendedor, animosidades e endurecimento nas negociações, indiferentemente do esforço dispensado pelo preposto para fidelizá-lo além de prejuízo certo na efetividade das vendas.
Geralmente o vendedor, especificamente o representante ou preposto da empresa, é o serviço remoto para atender o cliente, mas sempre subordinado a política do seu atacadista contratante para esses casos, consequentemente incapacitado de melhor atender quando não existe procedimento eficaz e passa a tratar os assuntos críticos no modo "apagar incêndio". Resultado de foco em resultados a todo custo, efetivamente um "tiro no pé".
A entrega dos produtos ao varejista demanda acordo, e quando esse não existe, o que prepondera é a ética, bom senso e preservação do cliente.
Os varejistas possuem áreas limitadas de estoque, e ocupá-las com produtos sem valor, sofrendo vazamentos e exalando odores desagradáveis é prejuízo certo, tangível e intangível.
Mesmo que aceite devolução de mercadorias, os atacadistas demoram a fazer coletas, pois não é prioridade, forçando o descarte (as vezes incorreto) no lixo comum e prejuízo a assimilar. Fato verificado no caminhão de entregas do atacadista, que sempre está lotado de produtos a entregar, mas raramente apto para coleta das mercadorias de devolução.
Nesse dilema fica o vendedor, que a cada visita deve ter uma desculpa para poder vender ao cliente que lhe cobra o produto para devolução. Até o dia que será obrigado a recolher os produtos ou ficar sem vender.
Quem já teve a oportunidade de entrar em um depósito de supermercado ou armazém que trabalha com produtos alimentícios principalmente, terá um sobressalto quando atentar para a quantidade de produtos a serem devolvidos aos atacadistas.
Esses produtos para devolução são consequência de três fatores principalmente:
- Produtos com vencimento muito próximo, que foram adquiridos acordos arrojados de preços e renovação de estoque de ambas partes, ou quando o atacadista é desorganizado e entrega produtos em vias de vencer;
- Falta de planejamento e controle do varejista, que compra sem consultar estoque, adquire acima das estimativas de venda com demasiado otimismo, ausência de política consistente de marketing e promoção além de falhas na verificação dos vencimentos produtos expostos;
- Produtos danificados no depósito ou mostruário, avariados no transporte, objeto de pequenos acidentes e falta de preparo dos funcionários, que tratam dos mesmos com displicência.
Fazem parte da logística reversa, inversa ou verde, a política de tratamento do assunto, no que tange o transporte, custos, ressarcimentos, abatimento sobre as comissões dos vendedores, estocagem, manutenção, descarte adequado, substituição dos produtos, renegociação e apoio ao varejista dentre outros fatores.
Esses produtos inutilizados geram custos em todos os níveis da cadeia, e devem ser tratados de forma competente e adequada, sob risco de causar um constrangimento e na pior da hipóteses a perda de um cliente.
Produtos estocados e manuseados adequadamente, com validade e qualidade adequadas são menos passíveis de reclamações e devoluções. E quando acontecem podem facilmente sofrer acordos na divisão de custos.
Usualmente os atacadistas tratam o assunto com menor importância, e abaixo de uma importância saudável para a manutenção do relacionamento com seu cliente, acarretando situações desagradáveis, penalizando a reputação do vendedor, animosidades e endurecimento nas negociações, indiferentemente do esforço dispensado pelo preposto para fidelizá-lo além de prejuízo certo na efetividade das vendas.
Geralmente o vendedor, especificamente o representante ou preposto da empresa, é o serviço remoto para atender o cliente, mas sempre subordinado a política do seu atacadista contratante para esses casos, consequentemente incapacitado de melhor atender quando não existe procedimento eficaz e passa a tratar os assuntos críticos no modo "apagar incêndio". Resultado de foco em resultados a todo custo, efetivamente um "tiro no pé".
A entrega dos produtos ao varejista demanda acordo, e quando esse não existe, o que prepondera é a ética, bom senso e preservação do cliente.
Os varejistas possuem áreas limitadas de estoque, e ocupá-las com produtos sem valor, sofrendo vazamentos e exalando odores desagradáveis é prejuízo certo, tangível e intangível.
Mesmo que aceite devolução de mercadorias, os atacadistas demoram a fazer coletas, pois não é prioridade, forçando o descarte (as vezes incorreto) no lixo comum e prejuízo a assimilar. Fato verificado no caminhão de entregas do atacadista, que sempre está lotado de produtos a entregar, mas raramente apto para coleta das mercadorias de devolução.
Nesse dilema fica o vendedor, que a cada visita deve ter uma desculpa para poder vender ao cliente que lhe cobra o produto para devolução. Até o dia que será obrigado a recolher os produtos ou ficar sem vender.




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