Embora existam 'n' limitações para que os setores farmacêuticos possam aderir ao comércio eletrônico, também tem a possibilidade de explorar as gamas de produtos não proibidos de serem vendidos sem receita ou indicação médica, à exemplo de cosméticos, perfumaria, produtos homeopáticos, suplementos alimentares e outros.
Segundo o Julio M. Neto (vice-superintendente) da rede de Farmácias Panvel, o e-commerce é possível e já é praticado na rede.
Cita as facilidades e amplidão do e-commerce, como a possibilidade de descrever em pormenores os produtos, colocar fotos e funcionalidades, nem sempre realçadas pelos balconistas nas lojas físicas.
A rede pretende vender perfumes de valor agregado mais alto ou mesmo cosméticos Classe A, dentro da linha de produtos que identifica a marca.
Segundo Julio, a loja virtual se torna viável pela situação atual da economia, onde há um crescimento de renda e consumo generalizado, que permite maior acesso e circulação desses produtos.Cita como um dos componentes dessa demanda, o crescimento do número de acessos a internet e a banda larga, bem como melhor preço dos computadores.
Fonte: Jornal Zero Hora, 11/04/2010.




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