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Rio Grande, RS, Brazil
Através destas postagens, o intuito de balizar o desenvolvimento de novas tecnologias relativas ao crescimento da internet e conseqüentemente do e-commerce no Brasil. Irreversível tendência a médio e longo prazo, e assim alertar as pequenas indústrias que é uma via de mão única e que deve ser ponderado o e-commerce atrelado aos seus negócios, independentemente da situação que se encontrem hoje suas vendas: Necessidade de vender mais, está perdendo oportunidades e promoções de compra de seu fornecedor por falta de garantia de venda, acha improvável participar do e-commerce devido limitações técnicas, tem idéia que o e-commerce exige grandes investimentos e conseqüentemente seja proibitivo à dimensão do seu empreendimento, está com o estoque excessivamente alto de produtos, não deseja contratar funcionários para executar vendas diretas, pois isso mais onera que gera lucros. Atendo apenas clientes do RS.

domingo, abril 11, 2010

Teles não querem largar o osso (2)



O Brasil encontra-se em 38º lugar entre 42 países, no acesso da população a serviços de conexão de alta velocidade à internet. E governo e operadoras continuam sem pontos em comum, conforme demonstrado na audiência pública sobre o PNBL, que se realizou na Comissão de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática, no dia 30/03/2010.
No final das contas o governo terá que ocupar os espaços que não interessam as operadoras por falta de atratividade. Existem apenas 184 municípios brasileiros com concorrência nos serviços de banda larga. E o governo terá que agir para mudar esse cenário, pois se encontram no limbo cerca de 43 milhões de brasileiros.
O governo tem internamente uma luta a se travar, que será a desoneração ou redução dos impostos sobre os serviços e equipamentos relativos ao PNBL, visto que existe poucos equipamentos nacionais, embora exista ampla capacidade intelectual e recursos para exploração e desenvolvimento de tecnologias.
Segundo Luiz Henrique da Silva, da TelComp. Os planos de banda larga são tímidos e já encontram-se desatualizados. Citando no dia 08/04/2010 perante a Comissão, números de países como a Suécia, Japão e França que a velocidade de banda é estimada em torno de 1Gbps para o ano de 2010. Também citou que quanto menor a banda paga pelo usuário, mais cara esta é, em contrapartida os grandes consumidores de banda pagam preços relativamente irrisórios. Colocando como uma meta relativamente modesta mas necessária, de 20 a 50Mbps em áreas rurais, que demandam acompanhamento de preços de commodities para executarem negociações mais interessantes. Luiz Henrique também cita como primordial, o estabelecimento de metas, visto que o que se tem feito até o momento não estabelece datas nem volumes razoáveis, ficando um achismo e passível de relaxamento no cumprimento do PNBL, além de formação de medidas eficazes nos intuito de regular o mercado formado de empresas pouco interessadas no crescimento da capacidade e aumento da abrangência da banda larga, mas mais focadas no lucro, planos e preços abusivos.
A falta de urgência irá se refletir no tempo, pois estarão sendo limitadas a plena capacidade, criatividade e crescimento das ramificações que a internet propicia, nos deixando no 3º mundo na internet.
Fonte: www.camara.gov.br, 08/04/2010.

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