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Rio Grande, RS, Brazil
Através destas postagens, o intuito de balizar o desenvolvimento de novas tecnologias relativas ao crescimento da internet e conseqüentemente do e-commerce no Brasil. Irreversível tendência a médio e longo prazo, e assim alertar as pequenas indústrias que é uma via de mão única e que deve ser ponderado o e-commerce atrelado aos seus negócios, independentemente da situação que se encontrem hoje suas vendas: Necessidade de vender mais, está perdendo oportunidades e promoções de compra de seu fornecedor por falta de garantia de venda, acha improvável participar do e-commerce devido limitações técnicas, tem idéia que o e-commerce exige grandes investimentos e conseqüentemente seja proibitivo à dimensão do seu empreendimento, está com o estoque excessivamente alto de produtos, não deseja contratar funcionários para executar vendas diretas, pois isso mais onera que gera lucros. Atendo apenas clientes do RS.

quarta-feira, maio 05, 2010

Desde as privatizações...

É fato que privatizar leva melhorias em qualidade, otimização, eficiência e avanços aos consumidores, pode-se alegar que também causam exclusão de muitos usuários, devido a falta de controle e fiscalização do Estado. Pois ocorrem abusos de poder econômico e dos setores recém privatizados, os valores dos serviços e produtos podem disparar sob alegações como adequação de produtos, implantação de tecnologia ou expansão.
Esse é um fatores mais claros da atual situação da internet no Brasil, onde o governo privatizou o serviço de telefonia, facilitando o acesso de muitos novos clientes aos sistema, melhoria no serviço e maior disseminação. Em contrapartida criou um monstro que agora quer ditar as leis aos novos patamares que os usuários querem galgar, resumindo o governo tem a maior parcela de culpa pela criação de monstros que depois exigem mais coragem para combater.
A banda larga hoje é ineficiente, atinge apenas 3,1% dos lares, é 10 vezes mais cara que em países desenvolvidos, os brasileiros gastam aproximadamente 4,85% de suas rendas mensais no serviço, é vendida com propagandas falsas e serviços ordinários, ou seja, o que se entrega não é o que se vende, e o controle do governo onde fica? A fiscalização para no momento que se verifica que o imposto que o setor recolhe é mais gratificante ao governo que um serviço decente a população.
Por outro lado, o governo não faz sua parte nos investimentos em infraestrutura em todo país, pois é um setor que não para de evoluir, e o trabalho nunca deve parar, deve pelo menos acompanhar o crescimento do exterior, sob risco de sempre ser rotulado como subdesenvolvido.
Fonte: CEEMA, 03/05/2010

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