Segundo João Resende, Conselheiro da Anatel, o governo está organizando uma maneira de de levar a banda larga aos municípios com menos de 30 mil habitantes, onde não existe demanda que justifique investimento para atende-los, seja provedores ou uma operadora de maior porte.
A tendência que o valor para investimento seja repassado pelo BNDES para as pequenas prefeituras contratarem tecnologia que achassem mais adequada (cabo, fio, antena, satélite) para interligar os seus órgãos do governo municipal.
Segundo Resende, para atingir o usuários de classes mais baixas ou distantes de grandes centros é necessário que diminuam os custos do serviço e barateie os equipamentos. Não se refere a compra de equipamentos, mas a banda larga mesmo, forçando a termos uma banda larga mais acessível, projetando algo em torno de R$ 30,00 e as empresas já falam em 29,90. Embora pessoalmente ele ache alto para que um assalariado possa dispor do serviço.
Segundo Resende, a Anatel tem o papel de implementar, regulamentar e favorecer a competição justa entre os fornecedores do serviço.
Cita que são 4 os passos necessários para que se torne efetiva proposta:
- Convencer a estrutura econômica do governo de que é possível usar o Fundo de Universalização das Telecomunicações (FUST);
- Mudança na lei;
- Pacto federativo, para redução dos impostos para incentivar a banda larga;
- Trabalhar os meios estatais para ajudar a oferecer interconexão para competir com área privada
João Resende acredita que se olharmos para o Brasil com sua dimensão geográfica, não devemos esperar que apenas as concessionárias abrindo redes. Já estamos atrasados, mas não é por isso que ficaremos esperando. O governo tem olhando para a tecnologia 3G, que abarca os 400Mhz, embora apenas 600 municípios tenham essa tecnologia hoje. A competição nas grandes cidades inicia nos 190Mhz (faixa dos 2,5Gz), 3G, MMDS, cabo e etc. As pequenas cidades poderiam optar por uma dessass formas, pois lá não existem quaisquer formatos.
Fonte: TeleSíntese, 13/11/2009
Qual a consequência desse projeto depois de concluído?
Na prática serão mais pessoas adentrando a internet, e ávidas pela novidade que será, sendo potenciais clientes do e-commerce, pois em suas cidades de origem, inexiste a oferta de novidades e variedades de produtos como a web.
Cabe no momento posicionar o comércio no comércio eletrônico, para que possa colher os frutos dessa nova demanda que surgirá em breve.
Então nos contate, podemos ser seu elo com a internet?
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