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Através destas postagens, o intuito de balizar o desenvolvimento de novas tecnologias relativas ao crescimento da internet e conseqüentemente do e-commerce no Brasil. Irreversível tendência a médio e longo prazo, e assim alertar as pequenas indústrias que é uma via de mão única e que deve ser ponderado o e-commerce atrelado aos seus negócios, independentemente da situação que se encontrem hoje suas vendas: Necessidade de vender mais, está perdendo oportunidades e promoções de compra de seu fornecedor por falta de garantia de venda, acha improvável participar do e-commerce devido limitações técnicas, tem idéia que o e-commerce exige grandes investimentos e conseqüentemente seja proibitivo à dimensão do seu empreendimento, está com o estoque excessivamente alto de produtos, não deseja contratar funcionários para executar vendas diretas, pois isso mais onera que gera lucros. Atendo apenas clientes do RS.

quinta-feira, novembro 12, 2009

Infovias para ontem

Assim como o século XIX foi o das ferrovias, XX das rodovias e aerovias, agora é a vez das infovias e que é uma dos grandes desafios do Brasil.
Existem grandes obstáculos a serem vencidos, para garantir a competitividade do Brasil em TI, que se trata de recuperar o tempo perdido, tecnologia obsoleta, inclusão digital e inclusão social para que todo resto valha a pena.
Essas chamadas infovias, que é comumente chamada de banda larga, ainda são um grave obstáculo ao desenvolvimento de outros mercados derivados, como o e-commerce, marketing na internet e crescimento na qualidade e número dos prestadores de serviços que usam a internet.
Os investimentos não são baixos, para que tenhamos qualidade e distribuição de banda larga similar aos países referenciais como Japão e Coréia do Sul. E com o agravante de quando atingirmos o patamar de hoje, o Brasil já estará novamente com suas infovias obsoletas.
O Estado não tem pique suficiente para arcar com essa recuperação, pois exigem capacidade aquém das oferecidas pelo setor estatal, no que tange administração e construção das infovias. A parceria parece ser a única saída possível.
Os números para incentivar esse upgrade na banda são ótimos. Nos últimos 12 meses, 42% dos brasileiros utilizaram computador, e 38% se utilizaram de internet. Destes, apenas 12% dos domicílios tem acesso a banda larga, ou seja, é preciso que seja criada alguma estratégia ou plano capaz de levar banda larga aos outros 88% de brasileiros, e lhes dar também capacidade e nível social mínimos para dela usufruirem. Assim não alimentar a hipocrisia de ter pessoas sem oportunidades de estudo, saúde ou alimentação saudável e ter um micro ligado a internet.
Convenciona-se usar as ramificações das linhas telefônicas, mas exigiriam uma ampla modernização e ampliação, o que torna quase inviável devido aos custos da fibra ótica no curto e médio prazo.
Acredita-se que devido a competitividade dos fornecedores do serviço, haverá redução nos custos dos produtos ligados a expansão das infovias, mas ainda soa como conjectura, devido ao modelo estagnado de modernização das operadores que vivemos no Brasil.
Enquanto nos EUA oferta-se velocidades de 50Mbps, na Ásia já demandam 1Gbps, é nós ficamos até contentes quando dispomos de 2Mbps.
Convém que o Estado fiscalize e crie meios de incentivar, as operadoras a investirem, na distribuição da banda larga com qualidade e volume adequados ,ao crescimento esperado no setor. Além de deixar aberta a competição, desde que justa e equilibrada. Além de propiciar a todas as classes sociais,  o acesso, desde que baseado em conjunto com o desenvolvimento humano e igualitário.
Fonte: CGI, 09/06/2009.

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