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Através destas postagens, o intuito de balizar o desenvolvimento de novas tecnologias relativas ao crescimento da internet e conseqüentemente do e-commerce no Brasil. Irreversível tendência a médio e longo prazo, e assim alertar as pequenas indústrias que é uma via de mão única e que deve ser ponderado o e-commerce atrelado aos seus negócios, independentemente da situação que se encontrem hoje suas vendas: Necessidade de vender mais, está perdendo oportunidades e promoções de compra de seu fornecedor por falta de garantia de venda, acha improvável participar do e-commerce devido limitações técnicas, tem idéia que o e-commerce exige grandes investimentos e conseqüentemente seja proibitivo à dimensão do seu empreendimento, está com o estoque excessivamente alto de produtos, não deseja contratar funcionários para executar vendas diretas, pois isso mais onera que gera lucros. Atendo apenas clientes do RS.

terça-feira, novembro 17, 2009

Em 2018 teremos 165 milhões de pessoas com banda larga


Essa é a previsão da Anatel. Que cita um valor de R$ 250 bi de investimentos no setor até lá. Segundo Ronaldo Sardenberg esse número é bem realista e será um incremento de 1000% na quantidade de pessoas que possuem banda larga de forma acessível. Hoje estamos em 15 milhões de pontos de acesso nessa modalidade hoje. Cita como essencial que haja incentivos a concorrência entre as empresas que fornecem o serviço, que hoje respondem por 6% do PIB brasileiro. O Brasil tem ampla capacidade de suportar essa evolução, afinal somos o 5º mercado mundial em telefonia  móvel e o 7º em fixa, cita Sardenberg. A luta será para nivelar os acessos no Brasil, pois existem discrepâncias entre possibilidade de acesso em cada região do país.
Fonte: Abril, 16/11/2009

Não dá pra ignorar esses dados, baseado em números anteriores, significa dizer que os 30 a 40% de internautas que adquirem produtos pela internet, serão no futuro de 49 a 60 milhões de compradores de produtos e serviços através do e-commerce. É um número bem convincente, e com certeza independente do tipo de produto o varejista venda no balcão, estarão sendo ofertados na rede, e competindo em nível nacional.

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